Alunos conhecem a Língua Brasileira de Sinais e recebem professores da Escola para Crianças Surdas Rio Branco
A realidade das pessoas portadoras de necessidades especiais desperta a atenção dos alunos da 1ª à 4ª série do Ensino Fundamental, Unidade Higienópolis. Nas aulas de Ciências, os alunos refletiram a respeito e conheceram algumas alternativas que possibilitam que as pessoas portadoras de necessidades especiais tenham acesso aos mesmos direitos de todos os cidadãos. Também conheceram a inclusão de alunos vindos da Escola para Crianças Surdas Rio Branco, desde 2005, para a 5ª série do Colégio Rio Branco.
Por ser a comunicação um dos principais meios para a convivência entre as pessoas, os alunos pesquisaram o sistema Braille e a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Além disso, no mês de maio, em virtude da comemoração do Dia das Mães, os alunos auxiliaram a professora de Artes Plásticas, Elyete Bachur, a elaborar um painel comemorativo utilizando a Língua Portuguesa e o método Braille. Para isso, pesquisaram e buscaram apoio da Associação Brasileira Laramara, que oferece assistência ao deficiente visual, e da educadora Amanda Tojal, coordenadora do Programa Educativo para Públicos Especiais, da Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Entre essas experiências, os alunos tiveram um encontro, no dia 18 de maio, com o professor Alexandre Melendez e a coordenadora Débora Kober, da Escola para Crianças Surdas Rio Branco, instituição mantida pela Fundação de Rotarianos de São Paulo, que oferece escolarização à criança surda, da Educação Infantil ao Ensino Fundamental I. Nesse momento, os alunos colocaram em prática o que já haviam aprendido na Língua Brasileira de Sinais e aprenderam um pouco mais sobre a comunicação e os recursos que auxiliam a pessoa surda em seu cotidiano.